
O maior site de relacionamento do país, ParPerfeito, identificou que entre os usuários de todos os países da América Latina onde atua, os brasileiros são os mais abertos e usam mais a internet como meio de conhecer alguém, aumentando assim a chance de sucesso na conquista.
Que cada país tem características sociais e culturais particulares, todo mundo já sabe. Mas até que ponto isso influencia na vida, no dia a dia e até no comportamento das pessoas na hora de se relacionar? O maior site de relacionamento do Brasil, o ParPerfeito (www.parperfeito.com.br), identificou que, na hora da paquera virtual, os usuários de cada país também têm suas peculiaridades. Uma das percepções foi que os brasileiros estão mais acostumados a usar sites de relacionamentos que os demais. Tanto homens quanto mulheres tomam a iniciativa e quando estão interessados entram mesmo em contato.
“É muito interessante perceber que até no relacionamento virtual as características de cada região estão muito presentes! No Brasil, as pessoas acessam muito a internet e hoje é um importante facilitador, ou seja, assim como pagam contas, fazem compras, os brasileiros não têm dúvidas de que é possível conhecer alguém interessante por meio de sites de relacionamento. Tanto que recebemos seis mil histórias de sucesso por ano”, conta Claudio Gandelman, presidente do ParPerfeito.
Esse comportamento é reflexo dos números de pessoas conectadas. O acesso à internet na América Latina cresceu 15% no ano passado chegando a 112 milhões, segundo um estudo da empresa de mensuração digital comScore. Segundo a pesquisa, o Brasil é o maior mercado online da região, com 40,5 milhões de usuários, seguido de longe pelo México e pela Argentina, com 18 e 13 milhões de pessoas com acesso à rede, respectivamente.
Outra característica identificada pelo ParPerfeito é de que os chilenos são mais reservados e têm uma certa restrição em colocar suas fotos nos perfis. “Percebemos que esse comportamento retrata a sociedade, que é mais fechada, fazendo com que as pessoas levem mais tempo conversando pela internet, antes de sair para um encontro pessoalmente”, diz Gandelman. Na região, 60% dos usuários são homens e 40% mulheres. Esse dado confirma que é uma sociedade mais conservadora e que as mulheres são mais tímidas.
Já os mexicanos, apesar de figurarem em segundo lugar em acesso à internet da América Latina, são os mais conservadores quando o assunto é paquera virtual. “As mexicanas nunca tomam iniciativa, nem mesmo no ambiente online, e acredito que a internet pode mudar essa característica”, conta o executivo. Outra curiosidade é que, no México, os homens têm mais vontade de ter filhos no futuro do que as mulheres. “Em nossa base de usuários, 50% dos homens dizem não ter dúvidas de que querem ter filhos, já as mulheres, 38% têm essa mesma vontade”, explica.
Ao contrário dos mexicanos, os argentinos já se mostram mais abertos e encaram os sites de relacionamento como mais uma opção de “local” para conhecer alguém. É possível perceber esse comportamento no uso de fotos em perfis. No país, 62% dos usuários possuem foto em sua página. “Na Argentina as pessoas são mais parecidas com os brasileiros e acreditam que os sites de relacionamento são facilitadores para o início de uma relação amorosa. Lá, as mulheres são mais independentes e não têm nenhum problema em demonstrar seu interesse por um homem e dar o primeiro passo”, finaliza Gandelman.
Com informações do Sing Comunicação de Resultados









