02/05/2010 14:19

Dicas para evitar problemas com animais criados em condomínios

Com a correria do dia a dia, os animas de estimação representam verdadeiros substitutos nas relações entre as pessoas que, em função das dificuldades de relacionamento, transferem para esses bichinhos todo o seu afeto, carinho e amor.
Em muitos casos, a incompreensão de alguns vizinhos, que não entendem a importância desses animais na vida do ser humano, causa conflitos e angústias ao proprietário do animal.

As convenções de condomínios não podem ser superiores às leis federais, ou seja, o condômino pode ter o seu cachorro ou qualquer outro pet que esteja legalizado, sem que o síndico o impeça, desde que respeite as necessidades físicas e emocionais dos animais, além de preservar a liberdade, segurança e tranquilidade dos moradores.

Veja algumas sugestões
para ter um animal sem incomodar os vizinhos:

- Seja justo com o animal, com os outros condôminos e com você: escolha uma raça compatível com o tamanho do seu imóvel.

- Opte por um animal calmo e que se adeque fácil em apartamentos.

- Lembre-se: se não tiver tempo para dar atenção, brincar e passear com o animal, não o adquira. É comprovado por veterinários que, o cachorro que fica sozinho e não passeia, tende a ser triste ou agressivo.

- Cachorros precisam de banhos, vacinas, alimentação equilibrada e exercício físico. Caso não tenha condições de suprir essas necessidades, os órgãos protetores dos animais podem retirar o animal do local e encaminhar para a adoção.

- Necessidades, só na rua. Não permita que o animal suje o condomínio. E, quando levá-lo à rua, pratique a boa educação e recolha as fezes do animal.

- Latidos constantes incomodam os moradores. Atente-se também a
essa questão e evite reclamações.

- Se o animal for feroz, não deixe de usar os equipamentos de segurança: focinheiras, enforcadores e guias. Evite acidentes.

Com informações do Maxpress

27/04/2010 15:30

Milionária deixa apenas R$ 2,50 para as filhas

 

A socialite Valmai Roche tinha uma fortuna equivalente a R$ 5,5 milhões, mas decidiu punir as filhas porque acreditava que conspiravam contra ela. Valmai deixou a mesma quantia para o ex-marido, John Roche, empreendedor imobiliário e ex-prefeito de Adelaide. 
 
No testamento, feito por Roche em 1987, ela deixava apenas “30 moedas do valor mais baixo” às filhas. E disse que a quantia era “muito dinheiro para Judas”.Roche determinou ainda que as filhas e o ex-marido, do qual se separou em 1983, fossem excluídos “de qualquer outro benefício”.
 
As filhas, Deborah Hamilton, Fiona Roche e Shauna Roche, acreditam que sua mãe estava “delirando” quando escreveu o testamento. Elas entraram na Justiça alegando que deveriam ter direito a herança.
 
No momento, a quantia deixada por Roche, está destinada à organização beneficente católica Knights of the Southern Cross. A aposentada morreu em março de 2009, aos 81 anos, de causas naturais. Os advogados da família não fizeram declarações sobre o caso.
 
Fonte:Terra