18/11/2011 12:00

MDS e Sebrae querem formalizar mais de 200 mil microempresas

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) pretendem formalizar, até 2014, 200 mil micro empreendimentos individuais de pessoas inscritas no Cadastro Único dos benefícios sociais do Governo Federal. A meta, que faz parte de um acordo assinado em setembro entre o MDS e o Sebrae Nacional, foi anunciada nesta quarta-feira (16) pela secretária extraordinária para Superação da Extrema Pobreza do MDS, Ana Fonseca, durante painel sobre Inclusão Produtiva e Empreendedorismo, no Fórum Sebrae de Conhecimento, em Brasília.

A proposta é que, nos próximos três anos, 80 mil pessoas inscritas do Cadastro Único que já são empreendedoras individuais formalizem seus negócios e que outros 120 mil trabalhadores autônomos, também inscritos no cadastro, sejam transformados em microempreendedores individuais por meio da estratégia Negócio a Negócio do Sebrae, que orienta, gratuitamente e de forma personalizada, o desempenho da empresa.

Brasil Sem Miséria – A inclusão produtiva via formalização de microempreendedores é um dos eixos de ação do Sebrae voltados para o público do Plano Brasil Sem Miséria. A instituição irá investir R$ 180 milhões, até 2014, em programas de consultoria e gerenciamento para atender a população em extrema pobreza. A expectativa é que essa iniciativa atinja 1,5 mil municípios.

O diretor técnico do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, acrescentou que, além de manter e ampliar a formalização de microempreendedores individuais, os desafios para os próximos anos no Brasil incluem a abertura de canais de comunicação com esse público, a simplificação para obtenção de licenças e alvarás e o incentivo ao associativismo para fortalecer o segmento.

Outro eixo de atuação do Sebrae, afirma Carlos Alberto, é o programa nacional de atuação nos 120 Territórios da Cidadania, que abrangem 1.851 municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). “Nossa última fronteira física são esses municípios e as periferias das grandes metrópoles, justamente onde se encontra a maior parte do público do Brasil Sem Miséria”, diz.

As ações de incentivo à formalização e disseminação de microcrédito, fruto da parceria com o Sebrae, se somam a uma lista de iniciativas de inclusão produtiva do Plano Brasil Sem Miséria. Ana Fonseca destacou que a articulação intersetorial tem gerado bons resultados. “Entre outras, podemos citar as parcerias com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), com o Ministério da Educação, por meio do programa Mulheres Mil e do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), sem falar na ajuda das empresas de energia elétrica, dos agentes comunitários de saúde para busca ativa das famílias que ainda estão fora do Cadastro Único”, enumerou.

Ascom/MDS

 

16/11/2011 14:30

Primeira parcela do 13º salário deve ser paga até o dia 30/11

As empresas tem até o dia 30 de novembro para efetuar o pagamento da primeira parcela do 13º salário aos seus funcionários, correspondente a, no mínimo, 50% do valor do benefício.

Para calcular o valor do 13º salário, basta dividir a remuneração do funcionário por 12 e multiplicar pelo número de meses trabalhados, considerando o período de janeiro a dezembro do ano vigente.

Caso o colaborador tenha trabalhado o ano inteiro na empresa, o valor pago deverá ser integral; se houver mudança de remuneração durante o ano, o cálculo será feito com base no salário de dezembro.

O pagamento do décimo terceiro salário deve injetar cerca de R$ 118 bilhões na economia brasileira – aproximadamente 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), aproximadamente 78 milhões de brasileiros serão beneficiados com ess e montante – entre os trabalhadores do mercado formal, inclusive os empregados domésticos e beneficiários da Previdência Social, aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados.

Na comparação com 2010, quando o Dieese estimou que cerca de R$ 102 bilhões entrariam na economia em consequência do pagamento do décimo terceiro, o valor apurado neste ano indica crescimento de 16%.

Multa

O empregador deve estar atento aos prazos previstos na legislação, pois, se ocorrer atraso ou não pagamento, será penalizado com multa no valor de R$ 170,16 por funcionário contratado.

“Vale ressaltar que o Imposto de Renda e o desconto no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) também incidem sobre 13º salário. Contudo, os descontos só podem ser efetuados sobre o valor da segunda parcela. Já o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) é devido tanto na primeira como na segunda parcela”, ex plica a advogada trabalhista e previdenciária do Cenofisco (Centro de Orientação Fiscal), Rosania de Lima Costa.

Em relação ao pagamento da segunda parcela, o prazo se encerra no dia 20 de dezembro.

Com informações do InforMoney

16/11/2011 14:00

Receita abre nesta quarta consulta ao 6º Lote de restituição Multiexercício do IRPF

A Receita Federal do Brasil libera, às 9 horas desta quarta-feira (9), consulta ao lote multiexercício do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (exercícios 2011, 2010, 2009 e 2008).

De acordo com a Coordenação Especial de Ressarcimento, Compensação e Restituição –Corec da RFB, no dia 16 de novembro de 2011 serão creditadas, simultaneamente, as restituições referentes ao lote do exercício de 2011 (ano calendário 2010), residual de 2010 (ano calendário de 2009), residual de 2009 (ano calendário de 2008) e residual de 2008 (ano calendário de 2007), mediante depósito bancário, para um total de 1.219.136 contribuintes, totalizando R$ 1.5 bi.

Para o exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 1.155.493 contribuintes, totalizando R$ 1.397.532.413,25, já acrescidos da taxa selic de 6,81 % (maio a novembro de 2011). Desse montante, 9.031 referem-se aos contribuintes de que trata a Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), totalizando R$ 39.086.310,10.

Quanto ao lote residual do exercício de 2010, serão creditadas restituições para um total de 36.711 contribuintes, totalizando R$ 64.396.948,07, já acrescidos da taxa selic de 16,96 % (maio de 2010 a novembro de 2011).

Com relação ao lote residual do exercício de 2009, serão creditadas restituições para um total de 15.600 contribuintes, totalizando R$ 23.948.869,03, já atualizados pela taxa selic de 25,42 % , (período de maio de 2009 a novembro de 2011).

Já para o lote residual de 2008, serão creditadas restituições para um total de 11.332 contribuintes, totalizando de R$ 14.121.769,65, já atualizados pela taxa selic de 37,49 %, (período de maio de 2008 a novembro de 2011).

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet (http://www.receita.fazenda.gov.br), ou ligar para o Receitafone 146.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF.

A Corec informa, também, que, caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Com informações da Receita Federal

16/11/2011 13:30

Homens emitem mais cheques sem fundo que as mulheres

Mesmo comprando com mais frequência do que os homens, as mulheres gastam menos e têm maior controle das contas.É o que mostra uma pesquisa de gêneros sobre cheques devolvidos realizada pela empresa de análise de crédito proScore.

No período de janeiro a outubro, os homens foram responsáveis por 56% dos cheques devolvidos, percentual que, segundo a análise, manteve-se praticamente igual nos últimos cinco anos.O valor das compras foi maior no universo masculino. O gasto médio das mulheres ficou em R$ 150, ante mais de R$ 300 entre os homens.

Segundo a empresa, que avaliou o comportamento dos gastos de ambos os gêneros, o volume de compras é maior entre as mulheres, mas elas pesquisam mais e escolhem itens de maior utilidade.As aquisições das mulheres estão mais ligadas aos setores de alimentação e vestuário. Já os homens focam mais no setor de tecnologia e itens da linha branca.

A pesquisa usou informações do banco de dados apuradas em mais de 61 mil pontos de comércio, que inclui também informações sobre o comportamento dos gastos, como tipo de bem adquirido e local da compra.

Com informações da FOLHA

14/11/2011 15:30

Nordeste supera Sudeste em consumidores com 1º cartão de crédito

O Nordeste superou o Sudeste no número de consumidores com seu primeiro cartão de crédito no Brasil.

Pesquisa inédita da Serasa Experian sobre esse mercado mostra que a região concentra hoje 43% das novas adesões de todo o país, enquanto que o Sudeste responde por 36%. Em 2009, a situação era inversa: 48,28% eram do Sudeste e 29,31%, do Nordeste.  Como consequência, a distribuição geográfica das propostas de novos cartões também aponta um crescimento da participação do Nordeste (de 19,14% em 2009 para 26,42% neste ano).

Para fazer esse mapeamento, a Serasa Experian usou informações de 300 mil CPFs e fez comparativos entre os primeiros trimestres de 2009, 2010 e 2011.  Os números revelaram ainda um crescimento de adesões na classe E. No primeiro trimestre de 2009, 52% do total dos solicitantes pertenciam a esse grupo social. Em 2010, esse número cresceu para 54,8% e, em 2011, para 58,5%. O estudo da Serasa Experian mostrou também que a inadimplência nos primeiros quatro meses após a aquisição do cartão de crédito registrou uma pequena alta neste ano.

Em 2009, 7,9% dos novos consumidores ficaram com pendências nesse período. No ano passado, esse índice caiu para 4,8%, e, neste ano, houve uma pequena elevação para 5,2%. Jovens trabalhadores lideram adesões Aplicando-se a essa base de 300 mil CPFs a ferramenta Mosaic, que cruza dados da própria Serasa Experian e do IBGE, é possível saber quem são as pessoas que nos últimos três anos passaram a contar com a opção do cartão de crédito. Segundo o Mosaic, os brasileiros estão divididos em dez grupos e 39 segmentos em função da renda, geografia, demografia, padrões comportamentais e estilo de vida.

Dentro desse espectro, a maioria dos novos clientes de cartão de crédito estão no segmento chamado Periferia Jovem.  Esse grupo é formado por jovens trabalhadores de baixa renda com pouca qualificação e por estudantes de periferia e famílias que recebem assistência do Estado. Em 2009, 21,75% do total de solicitantes de cartões no Brasil pertenciam a esse segmento. Em 2010, essa porcentagem chegou a 23,43% e, em 2011, foi para 25,54%.  Já o grupo denominado Aspirantes Sociais está em segundo lugar no ranking de adesões a cartões, mas já percebe-se uma redução na demanda.  Em 2009, 19,78% dos brasileiros que fizeram proposta para adquirir cartão de crédito pertenciam a esse nicho.

Em 2010, esse número foi para 15,89% e, neste ano, para 15,33%. Fazem parte deste segmento profissionais em ascensão social, donos de pequenos negócios, jovens em busca de oportunidades e também consumidores indisciplinados.  “O levantamento mostra que os públicos emergentes prevalecem, refletindo o maior acesso ao consumo de bens e serviços, inclusive financeiros. O estudo é também um alerta. Como a maioria dos novos entrantes no mercado de cartões são os jovens da periferia, o risco de inadimplência precisa ser adequadamente monitorado, pois estes consumidores normalmente não possuem vivência no mercado de crédito.

Ou seja, estariam começando a aprender a lidar com crédito justamente numa modalidade em que os juros são altos. Assim, o risco de terem uma primeira experiência frustrante de crédito não é desprezível.”, aponta o presidente da Serasa Experian e Experian América Latina, Ricardo Loureiro.

Fonte: Serasa Experian

09/11/2011 10:30

Cresce a inadimplência em outubro

A inadimplência do consumidor brasileiro registrou alta de 4,78% em outubro de 2011, na comparação com o mesmo mês de 2010. Esta foi a nona elevação seguida nessa base de comparação ao longo deste ano. De acordo com a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), este é um indicativo de que o cenário inflacionário persiste, exercendo pressão negativa sobre o poder de compra do consumidor e sobre o nível de endividamento das famílias.

Nos dez primeiros meses de 2011, a inadimplência acumulada é de 5,21%. Até setembro, era de 5,26%. Os dados foram apresentados hoje (8) pelo presidente da CNDL, Roque Pellizaro Junior. A pesquisa mostra, ainda que, na comparação entre outubro e setembro de 2011, descontando a sazonalidade, a alta da inadimplência foi de 5,9%.

Tendo por base consultas no SPC Brasil, o estudo aponta que as vendas estão positivas, mas com um ritmo de crescimento menor. Em outubro, o nível de atividade no varejo registrou alta de 5,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O número, avalia o presidente da CNDL, corrobora com o otimismo do varejo para as vendas de Natal e Ano Novo.

Com informações da Agência Brasil

09/11/2011 10:00

Preço da cesta básica em São Luís apresenta redução em outubro

O valor da cesta básica referente ao mês de outubro deste ano calculado pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) para o município de São Luís atingiu o valor de R$ 184,28. Se comparada ao mês de setembro também deste ano, o conjunto de gêneros alimentícios essenciais apresentou uma redução de R$ 1,32, ou seja, uma variação de -0,7%.

 

Entre os 12 produtos que compõem a cesta, cinco apresentaram queda em seus preços médios, a carne (-8,0%), o tomate (-7,4%), o óleo (-6,0%), o açúcar (-2,4%) e a farinha (-1,1%). Sete itens sofreram aumento, merecendo destaque para a manteiga (9,3%), o feijão (9,1%) e a banana (5,1%).

 

Segundo o presidente do Imesc, Fernando Barreto, para adquirir os produtos que compõem a cesta, o trabalhador que ganha um salário mínimo, comprometeu 33,8% da sua renda no mês de outubro de 2011 e tomando por base uma jornada de trabalho de 220 horas, esse trabalhador precisou laborar 74 horas e 23 minutos para obter um montante equivalente ao valor da cesta. “Deste modo, 66,2% do seu salário estaria disponível para outras despesas como habitação, vestuário, transporte, higiene, e lazer”, refletiu Barreto.

 

Ainda segundo o Imesc, comparando o valor da cesta com o mês de outubro do ano passado, 10 produtos sofreram elevação, a farinha (20,1%), o tomate (19,1%), o leite (16,8%), o café (14,7%), o óleo (14,3%), o açúcar (9,3%), a manteiga (8,5%), o pão (6,2%), a banana (4,5%) e a carne (1,3%). Apenas, o feijão e o arroz sofreram redução, com variação de -19,7% e -7,3%, respectivamente, o que representa uma variação anual de 4,9%.

Com informações da SECOM

08/11/2011 10:00

Primeira parcela do 13° salário deve ser paga até 30 de novembro


O fim do ano está chegando e com ele o 13º salário para boa parte dos brasileiros. Devem receber o benefício os trabalhadores do mercado formal, urbano ou rural, inclusive os empregados domésticos e beneficiários da Previdência Social, bem como os aposentados e pensionistas da União e dos Estados.

A consultora trabalhista e previdenciária do Cenofisco – Centro de Orientação Fiscal, Andreia Tassiane Antonacci, explica que a Lei nº 4.090, de 13 de julho de 1962, estabelece que a todo empregado deverá ser paga, pelo empregador, uma gratificação salarial, independentemente da remuneração a que fizer jus. “A gratificação de Natal deve corresponder ao salário do empregado, observada a quantidade de avos a qual este faz jus”, afirma a advogada.

A legislação prevê também que o pagamento deve ser feito contra recibo, demonstrando ao empregado claramente os valores, inclusive com médias acumuladas mensais, a que este tem direito. “Metade da gratificação deve ser paga de 1º de fevereiro a 30 de novembro, não havendo incidência de INSS e Imposto de Renda sobre a primeira parcela. O empregador não é obrigado a pagar o adiantamento no mesmo mês a todos os seus empregados. Sendo assim, os trabalhadores de uma mesma empresa poderão recebê-lo em meses diferentes, lembrando que o prazo máximo para pagamento da primeira parcela a todos os empregados é o dia 30 de novembro”, pontua Andreia.

Fica a critério do empregador também efetuar o pagamento do 13º em parcela única, “entretanto, este pagamento deverá, obrigatoriamente, ocorrer até o dia 30 de novembro de cada ano”, alerta a especialista. O benefício será pago no valor correspondente ao tempo de serviço do empregado na empresa, considerando-se a fração de 15 dias de trabalho dentro do mês como mês integral. “A importância paga a título de primeira parcela será deduzida do valor da gratificação devida até o dia 20 de dezembro. Na segunda parcela, além do desconto da primeira parcela, haverá também o desconto do INSS e do Imposto de Renda, quando houver, sobre o valor total do salário, inclusive da pensão alimentícia, se houver a obrigação. Quanto ao FGTS, deverá o empregador efetuar o recolhimento sobre cada parcela individualmente”, explica a advogada.

É importante salientar que, quando na composição do salário do empregado envolver parte variável, deverá ser calculada a sua média. De acordo com Andreia Antonacci, no que diz respeito aos empregados vendedores, a empresa deverá verificar, junto ao sindicato da categoria, se os valores das comissões deverão ser atualizados e por qual índice.

Com informações da MaxPress

03/11/2011 17:00

Receita abre dia 9 consulta a penúltimo lote de restituições do IR

A Receita Federal vai liberar na próxima quarta-feira, 9, a consulta ao penúltimo lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2011. Todas as pessoas que não tiveram pendências, mas deixaram a entrega para os dois últimos dois dias estarão incluídas nesse lote, garantiu o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir. O dinheiro relativo às restituições estará disponível no banco no dia 16 de novembro.

A consulta deverá ser feita, a partir das 9h, na página de Receita na internet ou pelo ReceitaFone (146).

O último e sétimo lote regular de restituições do IRPF está previsto para o dia 15 de dezembro e deverão estar incluídos todos os contribuintes que retificaram as declarações.

Segundo a Receita Federal, a restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate no prazo, deverá requerê-lo mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá procurar qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800 729 0001 (demais localidades) e 0800 729 0088 (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

CN Notícias

01/11/2011 10:00

Mulheres usam mais o cartão de crédito do que os homens

Pesquisa da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), conduzida pelo Instituto Datafolha, mostra que as mulheres usam mais o cartão de crédito do que os homens, que preferem o cartão de débito. Segundo o estudo, realizado em 11 capitais brasileiras nos meses de junho, julho e agosto deste ano, 70% das mulheres que possuem algum meio eletrônico de pagamento costumam pagar por produtos, alimentos e serviços com o cartão de crédito. Entre os homens, a fatia é de 65%.

Em relação à preferência, as opiniões também são distintas: 31% das brasileiras preferem fazer compras com o cartão de crédito, contra 22% dos homens. A situação praticamente se inverte quando o assunto é cartão de débito: 23% entre as mulheres e 30% entre os homens. Curiosamente, em relação à posse de cartão, são eles que levam vantagem, com 74%. No caso das mulheres, 71% possuem algum tipo de cartão.

Os itens que os portadores de cartão, tanto homens quanto mulheres, mais adquirem com meios eletrônicos de pagamento encontram-se nos grupos: roupas, calçados e joias; bens duráveis para a casa; e estadias de hotéis e pousadas, com 68% cada. Em seguida vem a compra de passagens (64%), material para construção (61%), combustível (57%) e produtos alimentícios (54%).

Com informações da Estratégia Ketchum

26/10/2011 14:00

Maranhão deve ter crescimento de 7,0% este ano

A economia maranhense deve registrar, este ano, um crescimento real de 7,0% e perspectiva de elevação de 6,5% para o próximo ano. Esse é o cenário macroeconômico que aponta os “Indicadores de Conjuntura Econômica do Maranhão – 1º Semestre de 2011”, do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), lançado nesta terça-feira (25) pelo secretário de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, Fábio Gondim, e pelo presidente do Instituto, Fernando Barreto. Na oportunidade foi lançada também a publicação “Situação Ambiental da Ilha de São Luís”.

“O Imesc tem realizado importante trabalho no sentido de reunir, sistematizar e analisar informações sobre a realidade maranhense. Com esses dados é que temos elementos para elaborar com base científica o Plano de Governo do Maranhão e subsidiar todos os interessados com indicadores confiáveis em suas mais diversas áreas”, afirmou o secretário Fábio Gondim ao elogiar e parabenizar “a equipe do Imesc pela qualidade dos trabalhos produzidos”.

Gondim ratificou ainda os inúmeros levantamentos que estão sendo realizados pelo Imesc/Seplan para implementação no Estado da gestão por resultados. “São informações e dados estatísticos que estão sendo coletados para definir as metas que devem ser alcançadas pelo Governo do Estado nas mais diversas áreas. É importante destacar que essas informações não são frias. Esses dados são atualizados e analisados constantemente”, assegurou.

O estudo do Imesc aponta ainda que o segmento mais dinâmico da economia maranhense deve ser o da construção civil e que as atividades do comércio também continuarão exibindo forte dinamismo como decorrência dos bons indicadores no mercado de trabalho e da ampliação das transferências federais constitucionais e voluntárias.

Segundo o economista Felipe de Holanda, coordenador dos Indicadores de Conjuntura de Econômica do Maranhão, o avanço dos novos investimentos e a ampliação do crédito imobiliário concorrem para fazer do setor da construção civil o responsável pelo maior contingente de contratações, tanto nos segmentos formal como informal.

Já o presidente do Imesc, Fernando Barreto, revelou que o volume de financiamentos para a aquisição de imóveis manteve expansão acelerada nos primeiros 5 meses de 2011, ou seja, 54,2%, em comparação ao mesmo período do ano anterior, já descontada a inflação e entre 2006 e 2010 a taxa média de crescimento anual foi de 83,4% em termos reais. Ele anunciou que, ainda este mês, o Instituto vai lançar o Índice de Desenvolvimento Municipal (IDM) com dados e informações de todos os 217 municípios maranhenses.

 

Análise

A outra publicação do Imesc, também lançada nesta quarta-feira (25), a “Situação Ambiental da Ilha do Maranhão” procurou fazer uma análise da situação ambiental da Ilha do Maranhão correlacionando as características fisiográficas aos aspectos socioeconômicos dos municípios de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa. Também propõe medidas que contribuam no processo de planejamento e elaboração de políticas públicas.

O livro faz uma análise de temas como caracterização hidrográfica, desflorestamentos e queimadas, manquezal, destinação de resíduos sólidos, unidades de conservação e legislação ambiental. A coordenadora do trabalho, Jane Karina Silva Mendonça, alertou para alguns dados preocupantes na Ilha, como o foco de queimadas e a ocupação desordenada do solo.

“Em um ano, de agosto de 2009 a agosto de 2010, foram registrados 234 focos de queimadas na Ilha do Maranhão, sendo 42 em Paço do Lumiar, 14 em Raposa, 70 em Ribamar e 108 em São Luís”, contabilizou. Ela ainda alertou para a destinação dos resíduos sólidos e apontou medidas preventivas, corretivas e de monitoramento que devem ser adotadas, entre as quais, a realização de trabalhos de sensibilização junto à população para a diminuição da produção de resíduos, separação correta de resíduos, coleta seletiva, reaproveitamento e reciclagem.

 

Fonte: Seplan     

18/10/2011 21:00

Mega-sena pode pagar até 2 milhões

Após sortear um prêmio acumulado de R$ 45 milhões, no último sábado (15), a Mega-Sena pode pagar R$ 2 milhões para quem acertar os seis números, que serão sorteados, nesta quarta-feira (19), no Caminhão da Sorte da CAIXA, estacionado esta semana na cidade de Caldas Novas (GO).

Caso somente um apostador acerte as seis dezenas do concurso 1.329, ele poderá se aposentar com uma renda de mais de R$ 14 mil por mês, apenas investindo o valor do prêmio na Poupança da CAIXA. A bolada é suficiente ainda, para montar uma frota de 80 carros populares, ou 400 motos de 125cc.

As apostas custam a partir de R$ 2,00 e podem ser feitas até uma hora antes do sorteio, em qualquer uma das 11 mil lotéricas da CAIXA, espalhadas pelo Brasil.

Mega-Sena na Internet:

Clientes da CAIXA, titulares de conta corrente pessoa física, maiores de 18 anos, dispõem de mais um canal para registrar sua aposta. Além das casas Lotéricas, quem está cadastrado no Internet Banking Caixa pode fazer sua aposta na Mega-Sena no sítio do banco. Quem ainda não está cadastrado, pode se dirigir à agência onde possui a conta e solicitar o acesso. Pela internet, o valor da aposta é o mesmo da lotérica, com o limite máximo de R$ 100,00 por dia.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA

16/10/2011 16:00

Embrapa apresenta tecnologias no Amazontech

Do dia 18 a 22 de outubro, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, participará do Amazontech 2011 em Palmas – TO. O evento é promovido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e tem como objetivo incentivar a cultura da inovação nos negócios da Amazônia Legal, contribuindo para o estímulo, aprimoramento, manutenção e conquista de mercados sustentáveis. É uma realização conjunta de nove estados da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) e tem como tema “Novos rumos para ciência, tecnologia e negócios sustentáveis”.

Com a participação da Embrapa Transferência de Tecnologia (Brasília, DF), Unidade da Embrapa, o público poderá conhecer cultivares (sementes e mudas) e quatro sistemas de cultivo da Agricultura de Baixo Carbono (ABC) desenvolvidos pela Embrapa, que serão apresentados ao público diretamente por técnicos. O público saberá ainda como adquirir as cultivares, principalmente, como utilizá-las em suas propriedades rurais e empresas. Esse será o foco principal da participação da Embrapa Transferência de Tecnologia no estande institucional da Empresa. Durante o evento, técnicos estarão à disposição do público para prestar todas as informações necessárias sobre os materiais em exposição.

A Embrapa Transferência de Tecnologia ainda coordenará a Vitrine de Tecnologias em uma área de 6000 metros quadrados com plantações que formam figuras representativas da região como arara, açaí, abelha, capim dourado, água, além do mapa do estado do Tocantins. Nessa Vitrine serão apresentadas cerca 70 tecnologias selecionadas com base nas culturas de interesse e/ou com potencial sustentável para os nove estados da Amazônia Legal, entre cultivares e sistemas de cultivos ABC.

Nesses dois ambientes (estande e Vitrine de Tecnologias), o público poderá conhecer e ter informações sobre as cultivares da Embrapa de arroz: BRS Primavera, BRS Monarca, BRS Pepita, BRS Bonança, BRS Sertaneja, BRS Sinuelo CL, BRS Tropical; feijão: BRS Esplendor, BRS Pontal, BRS Estilo e BRS Radiante; girassol: BRS 321 e BRS 324; milho: BRS 2022, BRS Caatingueiro e BRS Gorutuba; soja: BRS 245 RR, BRS 279 RR, BRS 333 RR, BRS 324 RR, BRS 326, BRS 262, BRS 283, BRS 217 (Flora), BRS 252 (Serena) e BRS Raimunda; sorgo forrageiro: BRS 655; e forrageiras: Capim BRS Piatã e Guandu BRS Mandarim.  Serão apresentados na Vitrine de Tecnologias ainda os Sistemas de cultivo da Agricultura de Baixo Carbono: Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), Barreirão, Bragantino e Santa Fé.


Mais informações sobre o Amazontech 2011:

http://amazontech.to.sebrae.com.br/

Fonte: Embrapa Transferência de Tecnologia

11/10/2011 16:30

Governo do Estado apresenta balanço do Maranhão Profissional

Cerca de 78 mil alunos matriculados e 637 cursos. Estes são os números do primeiro balanço das ações do Programa Maranhão Profissional, apresentados nesta segunda-feira (10), durante reunião do Conselho Deliberativo do programa, realizada no Palácio Henrique de La Roque. O balanço compreende o período de maio, data do lançamento da iniciativa, até o mês de setembro.

A reunião contou com as presenças dos secretários de Estado Olga Simão (Ciência e Tecnologia), Mauricio Macedo (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), José Antônio Heluy (Trabalho e Economia Solidária), João Bernardo Bringel (Educação), além de representantes de instituições ensino, entre eles, o reitor do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), José Ferreira Costa, e entidades de classe como Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Federação do Comércio do Maranhão (Fecomércio), Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), Federação dos Trabalhadores na Indústria do Maranhão (Fetiema) e Federação dos Empregados no Comércio do Maranhão (Fecema).

O Programa Maranhão Profissional foi criado com o objetivo de atender à demanda dos empregos gerados a partir dos grandes investimentos que estão se instalando no estado e devem gerar 200 mil postos diretos de trabalho. De acordo com Mauricio Macedo, que na reunião foi eleito presidente do Conselho Deliberativo, os números alcançados são bastante significativos. “Temos uma meta a ser alcançada, que é formar uma mão de obra de 400 mil pessoas. Estamos vendo que o programa está se materializando em números e os resultados alcançados são muito importantes”, observou Macedo.

A secretária Olga Simão ressaltou que os frutos são resultado de trabalho do governo e parceiros que acreditaram na iniciativa. “Os números são positivos”, avaliou.

Para o secretário do Trabalho, Antônio Heluy, o Maranhão Profissional é um programa contínuo que chega a uma etapa crucial, que é a oferta dos profissionais qualificados ao mercado de trabalho. “A Secretaria do Trabalho, por meio do Sine (Sistema Nacional de Empregos), está atuando nesse campo”, afirmou Heluy.

Resumo de ações

Além dos números, o coordenador executivo do Maranhão Profissional, professor Fernando Lima, apresentou um resumo das ações realizadas como reuniões técnicas com todos os parceiros do programa (Senai, Senac, IFMA, Sebrae-ma, Senar e Uema), além de reuniões com empresas privadas e ONGs que realizam cursos profissionalizantes no estado. Entre as ações, citou ainda o lançamento dos cursos da Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectec) e a criação do grupo de trabalho para planejamento das ações de educação profissionalizante para 2012. “Nós fizemos ainda a readequação das grades de ofertas de diversos parceiros envolvidos para atender ao programa”, ressaltou Fernando Lima.

De acordo com o balanço, os cursos oferecidos até momento somam uma carga horária total de 661.648 horas/aulas divididas nos mais de 687 cursos oferecidos pelo programa. Auxiliar de cozinha, auxiliar de máquina motriz, armador de ferragens, comandos hidráulicos, eletrotécnica, pedreiro, carpinteiros, técnico em eletromecânica, técnico em mecânica, técnico em saneamento ambiental são alguns dos cursos oferecidos em diversos municípios maranhenses, entre os quais Balsas, Bacabal, Açailândia, Barreirinhas, Caxias, Coelho Neto, Bacabeira, Imperatriz e outros.

Nas próximas etapas, o Maranhão Profissional prevê entre as ações, a criação do observatório permanente da demanda do mercado de trabalho e oferta de educação profissionalizante, a criação de um selo de empresa parceira do Maranhão Profissional e ampliação da rede Univima de educação profissionalizante.

Fonte: Sedinc       

06/10/2011 11:16

Preço da cesta básica cai em 9 capitais

O preço da cesta básica caiu no mês de setembro em nove das 17 capitais pesquisadas. O dados foram divulgados hoje (5) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

As maiores reduções de preço da cesta ocorreram em Natal (-6,17%), João Pessoa (-2,85%) e Aracaju (-2,19). Também houve queda em Salvador (-0,61%), Curitiba (-0,79%), no Rio de Janeiro (-0,9%), em Brasília (0,96%), Recife (-1,22%) e Fortaleza (-1,42%). Já Goiânia, Belo Horizonte e Manaus foram as capitais com as maiores elevações no preço dos alimentos básicos: 1,87%, 059% e 0,52%, respectivamente.

Porto Alegre (0,31%) e São Paulo (0,16%) continuaram com as cestas básicas mais caras. Em setembro, a de Porto Alegre passou a custar R$ 272,09, e a de São Paulo, R$ 267,19. Em seguida vêm as de Florianópolis (R$ 260,33), Belo Horizonte (R$ 250,96) e do Rio de Janeiro (R$ 250,81). Aracaju (R$ 183,61), João Pessoa (R$ 196,69) e Fortaleza (R$ 203,20) apresentaram os menores valores.

O Dieese destaca que, com base no valor da cesta observado em Porto Alegre, o salário mínimo necessário para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e Previdência deveria corresponder a R$ 2.285,83, ou seja, 4,19 vezes o salário mínimo em vigor, R$ 545.

O preço do leite aumentou em 15 capitais, com percentual maior em Natal (14,93%). Apenas Porto Alegre (-1,75%) e Salvador (- 2,94%) tiveram redução de preço.

A carne ficou mais cara em 13 cidades. Goiânia (6,18%) apareceu com a maior elevação e, entre as quatro capitais com redução no preço, destacam-se Salvador (-2,06%) e Natal (-3,06%).

O feijão, com aumento em 11 capitais, teve a maior alta de preço em Belém (10,81%), Manaus (7,48%) e Fortaleza (7,38%). Entre as seis regiões com quedas nos preços, destacam-se Goiânia (-2,47%) e Natal (-3,88%). O arroz subiu em dez capitais, mais acentuadamente em Porto Alegre (11,61%). Em Belo Horizonte, Fortaleza e Florianópolis não houve alteração mensal no preço do produto.

Entre janeiro e setembro deste ano, apenas Natal (-6,29%), Goiânia (-1,34%), Fortaleza (-1,19%), Manaus (-1,06%) e Curitiba (-0,78%) apresentam variações acumuladas negativas. Já os maiores aumentos foram registrados em Florianópolis (9,32%), Porto Alegre (7,91%), Belo Horizonte (6,23%) e Aracaju (4,4%).

Com informações da Agência Brasil