25/01/2012 15:48

Documentos originais do Concílio Vaticano II são expostos em Roma

A partir desta quarta-feira, 25, a Pinacoteca da Basílica de São Paulo fora dos Muros, em Roma, na Itália, abriga uma mostra com documentos originais do Concílio Vaticano II.

Ainda nesta quarta-feira, o Papa Bento XVI presidirá na Basílica uma celebração ecumênica  na conclusão da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, no dia em que se comemora a conversão de São Paulo.

“Justamente para recordar os 53 anos daquele dia 25 de janeiro de 1959, decidiu-se dar um contributo substancial para reviver a essência e a atualidade do Concílio no local onde ele foi anunciado”, explicou o Cardeal Francisco Monterisi, Arcipreste da Basílica de São Paulo.

A mostra permanecerá aberta até ao encerramento do Ano da Fé (que tem início em outubro de 2012 e vai até novembro de 2013), como suporte à decisão do Papa de celebrar os 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II, no espírito da carta apostólica Porta fidei de 11 de outubro de 2011.

Na mostra, serão expostos textos autógrafos dos discursos preparados pelo Papa João XXIII para o anúncio do Concílio e para a sua abertura, em 11 de outubro de 1962, na Basílica de São Pedro.

Será exposto também o “passaporte de serviço para o exterior” concedido, em 1963, a Karol Wojtyła — com a assinatura do então Substituto da Secretaria de Estado, Angelo Dell’Acqua —, que permitiu ao futuro Papa de participar no Concílio. Naqueles anos, o governo polaco chegou a negar o passaporte ao Primaz da Polônia, Cardeal Estêvão Wyszyński.

Também poderão ser apreciados moedas, medalhas e selos daquele período, assim como paramentos e alfaias litúrgicas. Já a Rádio Vaticano forneceu o áudio para a realização de um vídeo de cerca de 15 minutos com imagens de João XXIII e dos participantes do Concílio.

FONTE: CANÇÃO NOVA

25/01/2012 10:20

Logo da JMJ Rio2013 será apresentada no dia 1º de fevereiro

O Comitê Organizador Local (COL/Rio) da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) fará o lançamento da logomarca oficial da JMJ Rio2013, na quarta-feira, 1º de fevereiro. A cerimônia será às 10h no auditório do Edifício João Paulo II, na Glória, onde fica a sede do Comitê. Na ocasião, o presidente do COL e Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, irá apresentar também o autor da logo, que foi escolhida através de concurso.

A expectativa é grande em torno da divulgação do símbolo de um dos maiores eventos que o Brasil irá sediar. Para chegar ao símbolo atual, foi percorrido um longo caminho, iniciado no dia 27 de setembro de 2011 com o lançamento do edital do concurso para escolher a logo oficial da JMJ. Mais de 200 trabalhos enviados de todas as partes do mundo chegaram ao Comitê e demonstraram, além de criatividade e técnica, a força da fé e da alegria da juventude católica.

Após o encerramento das inscrições do concurso, no dia 31 de outubro, começou o processo de seleção, onde as logomarcas foram avaliadas por um grupo de designers, por uma comissão do Setor Juventude e também pelos setores pastoral e presidência do COL.

No dia 13 de dezembro os dois logos finalistas foram apresentadas ao Pontifício Conselho para os Leigos (PCL), em Roma, que escolheu a vencedora em comum acordo com os representantes do Comitê Organizador Local. Na ocasião foi também confirmada a data de chegada do Papa Bento XVI no Rio de Janeiro.

JMJ

A 28ª JMJ acontecerá entre os dias 23 e 28 de julho de 2013 na cidade do Rio de Janeiro. A expectativa é que esta edição bata o recorde de participantes. Na última edição, em Madri, Espanha, reuniu cerca de um milhão e meio de jovens de 187 nacionalidades diferentes, o que gerou 354 milhões de euros para a economia espanhola.

O Brasil já vive o clima da Jornada com a peregrinação da Cruz dos jovens e do Ícone de Nossa Senhora pelo país. Os símbolos da JMJ percorrerão todas as dioceses brasileiras e os países do Cone Sul em preparação para a JMJ RIO2013.

FONTE: CANÇÃO NOVA

25/01/2012 9:35

‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’

A conversão sensacional de São Paulo foi um dos fatos mais marcantes da história do Cristianismo. Cristo o escolheu e designou para ser o apóstolo dos pagãos, os que eram chamados de gregos pelos judeus. Para isso Deus precisava de um homem culto, que falasse, como ele, o grego, o latim e o hebraico e pudesse então pregar em toda a terra conhecida. Entre os Doze Apóstolos da Galileia não havia alguém com este preparo. Paulo era o homem certo. Primeiro era um judeu ortodoxo, nasceu em Tarso, hoje Turquia, que era uma próspera cidade romana onde se falava o grego; e por judeu falava também o hebraico. E por estar no Império Romano sabia o latim. Por outro lado, era cidadão romano, tinha “passaporte” romano, porque seu pai havia comprado a cidadania romana por alto preço. Assim o apóstolo dos gentios podia viajar livremente por todo o Império, com os direitos de cidadão romano, sem ser proibido. Era um cidadão do mundo, cosmopolita.

Mas Saulo era judeu radical, rabino e fariseu formado na escola do rabino Gamaliel desde os 15 anos de idade, e como todo judeu jamais aceitaria que a fé de Abraão fosse estendida a todos os povos; por isso perseguia os cristãos severamente, levando-os à prisão e à morte, e acreditava que a “seita do Caminho” [como eles chamavam o Cristianismo no início] precisava ser aniquilada. Quando o primeiro mártir da Igreja, Santo Estevão, foi morto em Jerusalém, Paulo guardava as vestes daqueles que o apedrejaram; era uma espécie de “comandante do apedrejamento”. Mas Estevão morreu perdoando a todos eles; e assim “acumulou brasas ardentes sobre as suas cabeças” (cf. Rom 12,20; Prov 25,21). Da mesma forma que Jesus morreu perdoando aos algozes d’Ele, levando o centurião romano à conversão aos pés de Sua cruz. “Este homem é verdadeiramente o Filho de Deus”. O perdão dado gera conversão do agressor.

Depois disso Saulo rumou para Damasco, na Síria, sedento de aniquilar os seguidores da nova “seita do Caminho”, mas Cristo o deteve; mostrou-se a ele que caiu por terra e reconheceu que era Jesus, cujos discípulos ele perseguia. Junto com a queda, aconteceu a conversão; Jesus apenas lhe diz: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” O futuro apóstolo entendeu então que não perseguia apenas os discípulos de Jesus, mas o próprio Cristo em cada um deles. É a realidade do Corpo Místico de Cristo, a Igreja, onde cada um é membro deste Corpo (cf. I Cor 12,28).

Paulo, então, dominado, não tem outra palavra, senão esta: “Senhor, o que queres que eu faça?”. E Cristo o envia ao velho Ananias, que lhe dará o batismo da salvação. E Deus diz a Ananias: “Este homem é para mim um instrumento escolhido, para levar o meu nome diante das nações pagãs, dos reis e dos filhos de Israel. Eu mesmo lhe mostrarei quanto lhe é preciso sofrer em favor do meu nome” (At 9,15-16).

E tudo isso se realizou plenamente na vida do grande apóstolo, que fez de Cristo a razão do seu viver: “Fui crucificado junto com Cristo. já não sou mais eu quem vivo, é Cristo que vive em mim. Minha vida presente na carne eu a vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e morreu por mim” (Gal 2.20-21).

Desta conversão radical surgiu o grande apóstolo dos gentios, da Antioquia na Síria, e Jerusalém, ele mergulhou nos países pagãos: fez três grandes viagens missionárias percorrendo a Turquia de hoje, a Grécia, Macedônia, chegando a Roma e à Espanha, pregando a todos o Evangelho, sofrendo ultrajes, muitas flagelações, prisões, fome, naufrágios e calúnias, ameaçado de morte muitas vezes, tendo de fugir de diversas cidades por causa das perseguições. Nesses mais de trinta anos de apostolado escreveu 13 cartas fundamentais que deram base à teologia católica, uma riqueza que somente um doutor em Bíblia, inspirado pelo Espírito Santo, podia compor. Sua caminhada é sua luta por Cristo e pela Igreja; a conquista de almas para Jesus só cessou quando, no ano 67, na cruel perseguição de Nero, sua cabeça foi decepada.

Professor Felipe Aquino
Pregador e escritor católico e apresentador do “Pergunte e responderemos” e “Escola da Fé” da TVCN

FONTE: CANÇÃO NOVA

24/01/2012 15:55

Sacerdote italiano defende liberdade de expressão ante o S.O.P.A

O diretor da revista Civiltà Cattolica, Padre Antonio Spadaro, expressou seus reparos às iniciativas legais do projeto de lei conhecido como S.O.P.A. (Stop Online Piracy Act), porque poderia limitar a liberdade no mundo digital.

Em uma entrevista concedida à Rádio Vaticano, o Padre Spadaro indicou que hoje em dia “o ambiente digital se converteu em um ambiente de vida“, e portanto “fechar ou limitar o acesso a este ambiente é como limitar o acesso a um território de vida”.

O sacerdote assinalou que as redes informáticas diminuem as distâncias entre os políticos e os cidadãos, e que isto pode ter sido o desencadeante do problema “porque vemos que os governos freqüentemente têm a intenção de ter um papel influente sobre a rede: 60 governos no mundo bloqueiam a rede aos seus próprios cidadãos de um modo ou outro”.

O sacerdote reprovou a pirataria online como uma atividade de natureza ilícita mas considerou que a solução seria “avaliar juntos princípios, normas, regras, procedimentos de decisão, programa para compartilhar, que determinam a evolução e o uso da rede”.
“O coração do problema é o direito à liberdade de expressão, a qual vai protegida. Como todos os direitos fundamentais, deve ser exercida de maneira responsável, mas não pode ser sacrificada mediante balanços de valores políticos e econômicos”, denunciou.

Finalmente, considerou que a liberdade de expressão “deve ser restringida somente no marco de defender os direitos fundamentais das outras pessoas”, e defendeu que toda limitação da liberdade de opinião e de expressão “deve ser provida de uma norma que tenha o fim de defender os direitos, as reputações dos outros, a segurança nacional, a ordem pública, a saúde, ou a moral pública”.

“O problema legal deveria ser discutido em nível internacional e não nacional. São os governos, junto aos setores privados e a sociedade civil que devem refletir sobre estes temas e encontrar atentamente uma solução”, concluiu.

 

FONTE: ACI DIGITAL

24/01/2012 14:42

Conselhos Missionários realizam formação no Maranhão

 

Até o dia 28 deste mês, representantes dos Conselhos Missionários Diocesanos (COMIDIS) estão reunidos em Bacabal, no Maranhão, para a 20ª edição do Curso de Formação Missionária. O encontro acontece no Centro Franciscano de Animação Missionária, e tem como tema “Missão dos cristãos nas políticas públicas”.

O encontro começou no dia 14, reunindo cerca de 60 participantes, entre agentes de pastorais, religiosos e sacerdotes vindos de Tocantins, Roraima, Piauí, São Paulo, Distrito Federal, Ceará e Maranhão. Tal diversidade cultural entre os participantes fomenta, de acordo com os organizadores, uma espiritualidade de comunhão e participação que colabora para que a missão seja reconhecida não como tarefa opcional, mas parte integrante da identidade cristã.

Na abertura foi realizada uma missa presidida pelo bispo de Bacabal, dom Armando Martin Gutierrez, que também é o referencial das missões no Regional Nordeste 5 da CNBB (Maranhão).

Já passou pelo encontro o padre João Maria Van Dammem que apresentou uma “Analise de Conjuntura”, não só no âmbito de Brasil, mas a nível global, ressaltando o valor dos movimentos sociais. Em seguida, Ivo Poleto assumiu a assessoria do evento, refletindo sobre a importância de se assumir uma postura cristã diante das políticas públicas de seus municípios. Também será feita a apresentação do projeto missionário para os Regionais Nordeste 4 (Piauí) e 5 (Maranhão), além da reflexão da dimensão missionária da Campanha da Fraternidade desde ano.

FONTE: CNBB

23/01/2012 16:14

Imagem resgatada do Costa Concordia é de N. Sra. de Fátima

O Santuário de Fátima confirmou hoje, em comunicado, que a imagem da Virgem Maria resgatada intacta este sábado do navio Costa Concordia, naufragado junto da ilha de Giflio, Itália, é “uma réplica da imagem da Capelinha das Aparições”.

A imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima foi recuperada por mergulhadores na capela do navio de cruzeiros, onde tinha sido colocado no dia de inauguração da embarcação, a 7 de julho de 2006.

“Em resposta a vários pedidos de informação, confirma-se que efetivamente a imagem recuperada da capela do navio de cruzeiros é a de Nossa Senhora de Fátima, do Santuário de Fátima em Portugal”, assinala um comunicado do serviço de informações da instituição, localizada na diocese de Leiria-Fátima e no distrito de Santarém, mais de 100 quilómetros a norte de Lisboa.

A imagem tinha sido adquirida no Santuário de Fátima pelos empresários proprietários do Costa Concordia, acrescenta o documento.

Este domingo, durante a recitação do rosário das 10h00, na Capelinha das Aparições, o padre Luciano Cristino, capelão do Santuário, anunciou, em português e em italiano, a recuperação da imagem da Virgem Maria, antes de saudar os sobreviventes e rezar pelos falecidos. O sacerdote solidarizou-se “com todos aqueles que mais sofrem com esta tragédia, em especial com os familiares dos passageiros falecidos ou ainda desaparecidos”, assinala o Santuário de Fátima.

O número oficial de vítimas do naufrágio é, neste momento, de 13 pessoas.

O ‘Apostolado do Mar’ da Igreja Católica na Itália manifestou, em comunicado, a sua “dor pelas vítimas e apreensão pelos desaparecidos”, elogiando o empenho das equipas de resgate e dos tripulantes que “cumpriram o seu dever com sentido de responsabilidade e dedicação”.

SISF/OC

FONTE: ECCLESIA

23/01/2012 9:58

Papa pede que fiéis se empenhem pela unidade

Neste domingo, às 12h, da janela de seu escritório, no Palácio Apostólico Vaticano, o Papa Bento XVI recitou o Angelus aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro. O Papa convidou todos a unirem-se pela Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, pois este é um desejo do próprio Cristo expresso na oração na vigília de Sua paixão.

“Convido cordialmente todos a unirem-se à oração que Jesus dirigiu na vigília de Sua paixão: “Que todos sejam uma coisa só, para que o mundo creia” (Jo 17,21)”, pediu o Papa.

 Bento XVI lembrou que o tema da Semana de Oração deste ano foi formulado a partir da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: Todos seremos transformados pela vitória de Jesus Cristo, nosso Senhor (cfr 1 Cor 15,51-58).

“Somos chamados a contemplar a vitória de Cristo sobre o pecado e sobre a morte, isto é, Sua ressurreição, como um evento que transforma radicalmente aqueles que crêem Nele e se abrem ao acesso a uma vida incorruptível e imortal. Reconhecer e acolher a força transformadora da fé em Jesus Cristo sustenta os cristãos também na busca da plena unidade entre eles”, enfatizou o Papa.

Para Santo Padre, a verdadeira vitória pode ser alcançada somente se acompanhada por uma profunda transformação interior. “Nossa busca por unidade pode ser conduzida de maneira realista se a mudança vier, antes de tudo, de nós mesmos, se deixamos Deus agir, se nos deixamos transformar pela imagem de Cristo, se entramos na vida nova em Cristo, que é verdadeira vitória”, destacou.

A unidade visível de todos os cristãos, recorda Bento XVI, é sempre obra que vem do alto, de Deus, obra que pede a humildade de reconhecer nossa fraqueza e de acolher o dom.

“Porém, vale usar uma expressão que o próprio Beato João Paulo II usava: cada dom se torna também um empenho. A unidade que vem de Deus exige, portanto, o nosso empenho cotidiano de nos abrir uns aos outros na caridade”, reforçou o Pontífice.

Semana de Oração pela Unidade dos Cristão

Há muitas décadas, a Semana de oração pela unidade dos cristãos constitui um elemento central na atividade ecumênica da Igreja. O Santo Padre afirmou que o tempo dedicado à oração para a plena comunhão dos discípulos de Cristo permitirá compreender mais profundamente a transformação pela vitória de Cristo, pela potência de Sua ressurreição.

Nesta quarta-feira, 25, como é de costume, Semana de oração será concluída com a solene celebração das Vésperas da Festa da Conversão de São Paulo, presidida pelo Papa Bento XVI, na Basílica de São Paulo fora dos muros, na qual estarão presentes também representantes das outras Igrejas e Comunidades cristãs.

FONTE: CANÇÃO NOVA

19/01/2012 16:00

Simpósio internacional promove combate à pedofilia

Em direção à cura e à renovação”, é o título do Simpósio Internacional promovido pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, o qual vai abordar a temática do abuso sexual por membros da Igreja. O objetivo desse encontro é renovar o empenho da Instituição Católica contra esse tipo de crime.

Dos dias 6 a 9 de fevereiro, bispos e superiores gerais das ordens religiosas de todo o mundo estarão reunidos na capital italiana para discutir a proteção das crianças e das pessoas mais vulneráveis aos abusos sexuais. A conferência será uma ocasião para a troca de informações sobre os recursos disponíveis, a nível global, para reagir ao fenômeno tanto na Igreja quanto na sociedade em geral.

Os debates terão como base a Circular difundida em maio do ano passado pela Congregação para a Doutrina da Fé, na qual foi solicitado a todas as dioceses do mundo que fossem estabelecidos “procedimentos adequados para fornecer assistência às vítimas de tais abusos e para educar a comunidade eclesiástica sobre o tema da proteção dos menores”.

Estão convidados para palestrar especialistas de diversas áreas, como psicologia, direito canônico, teologia e ministério pastoral.

FONTE: CNBB

19/01/2012 15:18

Hóstia: O que a palavra lhe sugere?

Certa vez, pensando sobre o “Sacramento da Caridade”, me fiz a seguinte pergunta: Por que será que costumamos associar “eucaristia” com “hóstia”.

Fala-se em adorar a hóstia, ajoelhar-se diante da hóstia, levar a hóstia em procissão (na festa de Corpus Christi), guardar a hóstia… Uma criança chegou certa vez para a catequista e perguntou: “Tia, quanto tempo falta para eu tomar a hóstia?” (Referia-se à primeira comunhão).

Tive então a idéia de ir atrás da origem da palavra “hóstia”. Corri para um dicionário (aliás, vários), e me dei conta que esta palavra vem do latim. Descobri que, em latim, “hóstia” é praticamente sinônimo de “vítima”. Ao animal sacrificado em honra dos deuses, à vítima oferecida em sacrifício à divindade, os romanos (que falavam latim) chamavam de “hóstia”. Ao soldado tombado na guerra vítima da agressão inimiga, defendendo o imperador e a pátria, chamavam de “hóstia”. Ligada à palavra “hóstia” está a palavra latina “hóstis”, que significa: “o inimigo”. Daí vem a palavra “hostil” (agressivo, ameaçador, inimigo), “hostilizar” (agredir, provocar, ameaçar). E a vítima fatal de uma agressão, por conseguinte, é uma “hóstia”.

Então, aconteceu o seguinte: O cristianismo, ao entrar em contato com a cultura latina, agregou no seu linguajar teológico e litúrgico a palavra “hóstia”, exatamente para referir-se à maior “vítima” fatal da agressão humana: Cristo morto e ressuscitado.

Os cristãos adotaram a palavra “hóstia” para referir-se ao Cordeiro imolado (vitimado) e, ao mesmo tempo ressuscitado, presente no memorial eucarístico.

A palavra “hóstia” passa, pois, a significar a realidade que Cristo mesmo mostrou naquela ceia derradeira: “Isto é o meu corpo entregue… o meu sangue derramado”. O pão consagrado, portanto, é uma “hóstia”, aliás, a “hóstia” verdadeira, isto é, o próprio Corpo do ressuscitado, uma vez mortalmente agredido pela maldade humana, e agora vivo entre nós feito pão e vinho, entregue para ser comida e bebida: Tomai e comei…, tomai e bebei…

Infelizmente, com o correr dos tempos, perdeu-se muito este sentido profundamente teológico e espiritual que assumiu a palavra “hóstia” na liturgia do cristianismo romano primitivo, e se fixou quase que só na materialidade da “partícula circular de massa de pão ázimo que é consagrada na missa”. A tal ponto de acabamos por chamar de “hóstia” até mesmo as partículas ainda não consagradas!

Hoje, quando falo em “hóstia”, penso na “vítima pascal”, penso na morte de Cristo e sua ressurreição, penso no mistério pascal. Hóstia para mim é isto: a morte do Senhor e sua ressurreição, sua total entrega por nós, presente no pão e no vinho consagrados. Por isso que, após a invocação do Espírito Santo sobre o pão e o vinho e a narração da última ceia do Senhor, na missa, toda a assembléia canta: “Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus”.

Diante desta “hóstia”, isto é, diante deste mistério, a gente se inclina em profunda reverência, se ajoelha e mergulha em profunda contemplação, assumindo o compromisso de ser também assim: corpo oferecido “como hóstia viva, santa, agradável a Deus” (Rm 12,1). Adorar a “hóstia” significa render-se ao seu mistério para vivê-lo no dia-a-dia. E comungar a “hóstia” significa assimilar o seu mistério na totalidade do nosso ser para se tornar o que Cristo é: entrega de si a serviço dos irmãos, hóstia.

E agora entendo melhor quando o Concílio Vaticano II, ao exortar para a participação consciente, piedosa e ativa no “sacrossanto mistério da eucaristia”, completa: “E aprendam a oferecer-se a si próprios (grifo nosso) oferecendo a hóstia imaculada, não só pelas mãos do sacerdote, mas também juntamente com ele e, assim, tendo a Cristo como Mediador, dia a dia se aperfeiçoem na união com Deus e entre si, para que, finalmente, Deus seja tudo em todos” (SC 48).

Frei José Ariovaldo da Silva, OFM
Mestre em Sagrada Liturgia, prof. Inst Teológico Petrópolis

FONTE: CANÇÃO NOVA

16/01/2012 11:45

Como se estrutura a Liturgia Eucarística na Missa?

No rito romano, o rito que celebramos em grande parte do Ocidente, a missa é dividida em duas partes: a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística. São Justino, mártir, em sua primeira apologia, descreve a Eucaristia celebrada em Roma já no ano 150 d.C. Mesmo com a liberdade litúrgica que o bispo tinha nos primeiros tempos, já aparecem, então, duas partes fixas: Pregação (Liturgia da Palavra) e Adoração (Liturgia Eucarística).

Após uma reportagem especial sobre a Liturgia da Palavra, vamos adentrar na Liturgia Eucarística, a qual é dividida em três grandes momentos que expressam a ação de Jesus durante a última ceia: ofertório, oração eucarística e comunhão.

Apresentação das ofertas

O momento do ofertório, de acordo com definição do Catecismo da Igreja Católica (1350), é o primeiro grande gesto de Jesus durante a última ceia, quando ele tomou em suas mãos o pão e o cálice.

“A apresentação das ofertas no altar assume o gesto também de Melquisedeque e coloca os dons do Criador nas mãos de Cristo. É ele, que, no próprio sacrifício, leva à perfeição todas as tentativas humanas de oferecer sacrifícios”. (CIC 1350)

Oração Eucarística

A oração Eucarística é dividida em várias partes. Começa pelo prefácio, que é um agradecimento que se eleva a Deus Pai pela ação salvífica realizada pelo Filho, a qual se conclui no canto do “Santo”. A epiclese, ou invocação ao Espirito Santo ‘para que o pão e o vinho se tornem o corpo e o sangue de Jesus Cristo, nosso Senhor’ (Oração Eucarística II); o momento da recordação da instituição no qual acontece a transubstanciação, momento em que se repetem as palavras de Jesus durante a ultima ceia e a partir dessa invocação, o próprio Jesus se faz presente no pão e no vinho, segundo a fé da Igreja Católica. A aclamação da assembléia em resposta ao “Mistério da fé”, através da qual o povo logo em seguida responde com a aclamação da recordação da morte e ressurreição de Jesus. O memorial, que é a oração na qual se sublinha que está se fazendo memória de tudo o que Jesus fez. A segunda epiclese, ou segunda invocação do Espírito Santo sobre os fiéis, a recordação da igreja terrena e da igreja celeste, em particular os fiéis defuntos, e por fim, a solene doxologia (Por Cristo, com Cristo e em Cristo..)

Rito de comunhão

O rito de comunhão começa com a oração do Pai Nosso e termina com a distribuição da eucaristia entre os fiéis.

FONTE: CANÇÃO NOVA

13/01/2012 11:19

Na Liturgia da Palavra fiéis escutam Deus, explica Dom Murilo

Na Liturgia da Palavra os fiéis se reúnem para escutar a Deus, é Ele próprio quem lhes fala. O cristianismo é a única religião em que não é o ser humano que vai até Deus, mas é Deus que vem até o homem e diz o que Ele quer.

O Arcebispo Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, explica que na Liturgia da Palavra temos a Palavra de Deus que foi transmitida antes de Cristo, no Antigo Testamento, a Palavra transmitida pelo próprio Cristo, no Evangelho, e aquela transmitida depois de Cristo, nos Atos dos Apóstolos, nas Cartas e no Apocalipse.

Na Liturgia da Palavra são proclamados alguns trechos da Sagrada Escritura para nos mostrar que eles têm valor permanente, eles têm caráter eterno que vai além do tempo e da cultura.

“Na Santa Missa, a Liturgia da Palavra está em primeiro lugar, como em todos os Sacramentos, para nos dizer ‘antes de receber um dom de Deus, vamos ouvir o que Ele quer nos dizer’. Assim, essa proclamação da Palavra tem um valor máximo para nós, porque essa Palavra de Deus nos introduz a Sua intimidade”, enfatiza o Arcebispo de Salvador.

Estruturação da Liturgia

A Liturgia foi se estruturando ao longo dos séculos conforme as inspirações do Espírito Santo. As primeiras comunidades cristãs começaram a fazer a proclamação da Palavra de acordo com a tradicional cultura judaica – fazendo a leitura da escritura e a oração do salmo – e acrescentaram a proclamação da Palavras de Jesus.

“Além do Antigo Ttestamento, aquelas primeiras comunidades falavam sobre os fatos da vida de Jesus e Seus ensinamentos”, explica Dom Murilo.

Essa transmissão da Palavra de Cristo foi feita primeiramente de forma oral. O Segundo Testamento foi escrito ao longo do primeiro século depois de Cristo.

Compreensão da Palavra

Com o passar dos séculos, as homilias, que são as explicações desses Textos Sagrados, foram confiadas aos ministros preparados e ordenados, para evitar aquilo que é um risco ainda hoje o “achismo”. “Quem tem a graça de interpretar a Palavra é a Igreja, pois foi ela quem recebeu esta Palavra”, salienta Dom Murilo.

No dia 11 de outubro, serão comemorados os 50 anos da abertura do Concilio Vaticano II. Dom Murilo salienta que este Concílio deu grande valor a proclamação da Palavra, com ele as leituras começaram a ser feitas nos diversos idiomas, não só em Latim, e também a partir dele, os leigos começaram a ter mais espaço nas Celebrações Litúrgicas.

Dom da proclamação

Para Dom Murilo, a capacidade de proclamar a Palavra é um dom, assim como cantar, ornamentar a igreja, organizar eventos ou acolher pessoas.

“A boa leitura é essencial. Para saber como fazer veja as celebrações no Vaticano que são transmitidas pela TV Canção Nova, mesmo que em outro idioma, veja como a pronúncia é clara e feita pausadamente”, aconselha o Arcebispo Primaz.

FONTE: CANÇÃO NOVA

11/01/2012 12:23

Morre o bispo emérito de Mossoró, dom José Freire de Oliveira

O bispo emérito de Mossoró (RN), dom José Freire de Oliveira Neto, 83 anos, faleceu nesta madrugada de ontem, 10, no Hospital Wilson Rosado, vítima de uma parada cardíaca. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital desde o dia 31 de dezembro de 2011, em função de um Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico.

O corpo de dom José Freire foi conduzido para Apodi (RN), sua cidade natal, onde foi velado. Em seguida o corpo retornou à Mossoró, onde está sendo velado na Catedral de Santa Luzia. Neste momento acontece a missa de corpo presente e em seguida será realizado o sepultamento na própria Catedral.

Dom José Freire de Oliveira Neto nasceu no dia 9 de março de 1928, em Apodi. De 1950 a 1952 cursou Filosofia no Seminário Central de São Leopoldo (RS), seguindo, logo após, para Roma onde cursou Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana. No dia 22 de setembro de 1956, foi ordenado presbítero, em Roma, por dom Luís Luigi Traglia. Em 1973, foi nomeado bispo auxiliar de Mossoró. Já em 1979 foi nomeado bispo coadjutor. Assumiu interinamente a diocese em 1984, por ocasião da renúncia de dom Gentil Diniz Barreto. De 1984 a 2004, dom José esteve à frente da diocese de Mossoró.

No Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e RN) desempenhou o cargo de Coordenador da Comissão de Catequese.

Seu lema episcopal foi “Configuratus Morti Ejus”.

 

FONTE: CNBB

11/01/2012 10:49

O que é a Liturgia?

Católicos, ortodoxos, luteranos e anglicanos. Estas grandes expressões cristãs são conduzidas por algo que ordena e conduz os seus respectivos cultos e ritos por séculos: a liturgia.

A palavra Liturgia vem do grego λειτουργία, que significa ação do povo. Para a Igreja Católica, a Liturgia apresenta-se como o fio condutor de toda e qualquer ação religiosa, segundo definição do Concílio Vaticano II.

“Toda celebração litúrgica, enquanto obra de Cristo e do seu corpo, que é a Igreja, é ação sacra por excelência” (Sacrosanctum concilium, n.7).

De acordo com a professora Maria Bonetti Rafaelli, a liturgia é o cume no qual se funda a ação da Igreja e a fonte da qual brotam todas as virtudes. “Os filhos de Deus mediante a fé e o batismo, se reúnem em assembléia, louvam a Deus na Igreja, participam do Sacrifício e comem da ceia do Senhor”, ressalta.

A Liturgia na vida da Igreja Católica

A liturgia é ação de Cristo, eterno sacerdote. Quando se diz que a “assembléia celebra”, é a comunidade dos batizados que “festeja” os dons recebidos. Trata-se de um encontro com o Cristo Ressuscitado que mediante as celebrações litúrgicas vem ao encontro de cada ser humano pessoalmente.Jesus se faz presente no sacrifício da missa seja na pessoa do ministro, seja sobretudo nas espécies eucarísticas. Está presente nos Sacramentos, de modo que quando um batiza é o próprio Cristo quem batiza, por exemplo.

“O Senhor Jesus, se entretém conosco como amigos, falando-nos através das Sagradas escrituras, nos doa o Seu Filho na Eucaristia para que tenhamos a força de sermos luz e sal da terra, mas sobretudo para que possamos reconhecê-lo sempre mais intimamente, explica a professora.

*Acompanhe durante esta semana um especial sobre a Liturgia

FONTE: CANÇÃO NOVA

09/01/2012 11:34

Orações à São Sebastião no Carmelo de Santa Teresa

Como última atividade desse segundo dia da trezena de São Sebastião, a imagem do Padroeiro visitou o Convento de Santa Teresa, onde residem as Irmãs Carmelitas Descalças, pertencentes à Ordem da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo. A chegada no Convento foi marcada por muita alegria e devoção. Fiéis receberam a Imagem com bandeirinhas e cânticos a São Sebastião. Essa é a primeira vez que o local recebe a imagem do Santo Padroeiro da cidade.

Dentro da Capela Nossa Senhora do Desterro, São Sebastião foi louvado pelo coral das Irmãs Carmelitas. O Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, deu as boas vindas e relembrou a importância da trezena em honra ao “Jovem Discípulo de Jesus Cristo”.

- Esse é o terceiro ano da trezena e essa é uma oportunidade de nos preparar para a festa do Padroeiro da cidade e da Arquidiocese; e, dessa forma, tenho certeza de que abrimos o ano com todo esse dinamismo das festividades, afirmou.

A Celebração Missionária foi presidida por Dom Orani e concelebrada pelo Pároco da Paróquia Santa Teresa de Ávila, Padre Silmar Alves Fernandes, e pelo Vigário Paroquial, Mário Antônio Barbosa Filho. Durante a reflexão, Dom Orani lembrou a Jornada Mundial da Juventude e pediu que as Irmãs Carmelitas orem pela JMJ RIO2013.

— Entre as várias intenções e ideias que a Igreja colocou para esse Ano da Fé, uma delas é justamente a Jornada Mundial da Juventude. Essa Jornada tem muito a ver conosco, que fomos escolhidos para sediar a próxima jornada, em 2013. Pedimos às Irmãs de todos os Conventos para se colocarem em oração pela jornada, falou.

O Arcebispo ressaltou ainda que a Trezena de São Sebastião desse ano traz como tema: “São Sebastião, jovem discípulo de Jesus Cristo” como uma forma de preparação para a Jornada. .

— Esse Jovem discípulo de Jesus Cristo não se intimidou e levou a sua Fe ao próximo. São Sebastião não desanimou. Então, eu creio que todos nós, que nos preparamos para a Jornada, devemos olhar para a vida de Jesus Cristo e dizer: Senhor, nos ajude a sermos pessoas de Fé, que não desanimem com as perseguições, com os problemas, disse .

Em entrevista ao Portal da Arquidiocese, Padre Silmar relembrou a presença das Irmãs Carmelitas em Santa Teresa.

— Desde o inicio da inauguração, já existiam as Servas de Deus e elas compuseram um Hino a São Sebastião. Elas suplicam a Deus a força, a coragem. Elas são um farol de Deus para atrair as Graças do Senhor à nossa cidade, afirmou.

A Imagem permanece no Convento onde ficará em vigília até amanhã, dia 9, quando, após ser celebrada uma Missa, a imagem do “Jovem Discípulo de Jesus Cristo” seguirá para o Hospital Souza Aguiar.

*Foto: Guilherme Silva

FONTE: ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO

07/01/2012 10:12

Dois bispos italianos propõem evangelizar centros comerciais

O jornal vaticano L’Osservatore Romano publicou um artigo no qual divulga a proposta de dois bispos italianos para evangelizar os centros comerciais, no marco da iniciativa “Novas formas de pastoral do ambiente”.

O artigo da edição da quarta-feira aparece poucos dias antes que, no próximo 9 de janeiro, os arcebispos e bispos envolvidos na “Missão Metrópoles” –que busca promover a nova evangelização em 12 cidades européias antigamente cristãs e agora secularizadas–-se reúnam em Roma convocados pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização.

O texto de Fabrizio Contessa recolhe as reflexões do presidente do mencionado dicastério, Dom Rino Fisichella; e do Arcebispo de Turim, Dom Cesare Nosiglia.

Antes do Natal, o primeiro celebrou uma Missa em um dos maiores centros comerciais de Roma; enquanto que no dia 3 de janeiro o segundo sugeriu abrir oratórios nestes recintos similares aos de Dom Bosco em seu tempo.

Os centros comerciais, diz Contessa, converteram-se em espaços que “progressivamente ocuparam o lugar das praças e os círculos, dos lugares de reuniões de outrora. Uma realidade que certamente não pode ser ignorada pelos que têm responsabilidades pastorais”.

Dom Fisichella considera que, como os centros comerciais são lugares de encontro, não podem estar fora da “pastoral do ambiente”. Entretanto, disse, isto “não substitui e não se coloca como uma alternativa às paróquias, mas pelo contrário, cada centro comercial se encontra dentro de um território da paróquia e portanto são espaços para a nova evangelização que os párocos não podem ignorar”.

O Arcebispo disse que em sua opinião os centros comerciais são as novas “ágoras” do tempo de São Paulo e assinalou que “as luzes dos centros comerciais podem iludir as pessoas fazendo-as acreditar que podem afastar-se de seus próprios problemas. Mas não é assim. Todos os homens levam no coração a nostalgia de Deus e vão sempre em sua busca”.

Por sua parte Dom Nosiglia afirma em sua carta pastoral de início do ano que para fazer frente à crise dos jovens, que vai além do aspecto trabalhista e que tem um profundo contexto religioso, “talvez deveríamos abrir nossos oratórios também em centros comerciais e nos lugares de entretenimento”.

Ou talvez, concluiu, “propor serviços educativos realizáveis de maneira cooperativa também nos locais dos oratórios ou de congregações religiosas”.

 

FONTE: ACI DIGITAL