13/09/2011 20:00

Aviso alerta para baixa umidade do ar

 

 

 

O Aviso Especial n° 313 do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para baixos índices de umidade relativa do ar, em torno de 20% no Distrito Federal, Goiás, Tocantins; norte, centro e leste do Mato Grosso; norte e noroeste de Minas Gerais. Amanhã, a umidade relativa do ar deve ficar abaixo de 30% no centro e oeste da Bahia; centro e sul do Piauí; centro e sul do Maranhão. O aviso é valido para esta terça, 13, e quarta-feira, 14 de setembro.

Em grande parte do Centro-Oeste, a previsão é de sol com névoa seca. A temperatura máxima prevista para a região é de 39°C. O tempo fica parcialmente nublado a nublado, com pancadas de chuva, no oeste e sul do Mato Grosso e chuvas isoladas no noroeste do Mato Grosso do Sul.

A meteorologia prevê céu claro a parcialmente nublado com névoa seca no Tocantins. Nas demais áreas do Norte, a previsão é de pancadas de chuvas e trovoadas no Amazonas, Roraima, Acre, e Rondônia. Chove com menos intensidade no nordeste do Pará.

A previsão é de chuvas e tempo nublado no Nordeste. O céu fica encoberto e ocorrem chuvas isoladas no litoral leste do Rio Grande do Norte, litoral de Alagoas, de Sergipe, litoral e Recôncavo da Bahia, no litoral da Paraíba e de Pernambuco, com possibilidade de chuva no Agreste desses dois estados.

No Sudeste, chove no centro-leste, vale do Paraíba e nordeste de São Paulo; com possibilidade de chuvas isoladas no Rio de Janeiro, litoral e sul do Espírito Santo, centro, Zona da Mata, oeste e sul de Minas Gerais. No Sul, a previsão é de céu encoberto com nevoeiro e névoa úmida em toda a região. As temperaturas mínimas podem chegar a 5°C. (Da Redação, com informações do Inmet)

26/10/2010 9:36

Tsunami mata ao menos 40 na Indonésia; 380 estão desaparecidos

Um tsunami deixou pelo menos 40 mortos e 380 desaparecidos em ilhas remotas do oeste da Indonésia, disseram autoridades nesta terça-feira.

A catástrofe ocorreu após um terremoto de magnitude 7,5, na noite de segunda-feira. O epicentro do tremor foi situado a 78 quilômetros a oeste de Pagai do Sul, nas ilhas Mentawai, que ficam próximas à ilha de Sumatra.

No vilarejo litorâneo de Betu Monga, a maioria das casas foi destruída, segundo um funcionário regional do Departamento de Pesca. “Das 200 pessoas que vivem no vilarejo, só 40 foram encontradas; 160 ainda estão desaparecidas, a maioria mulheres e crianças”, disse à Reuters por telefone o funcionário Hardimansyah (que, como muitos indonésios, usa um só nome).

“Temos pessoas relatando ao posto de segurança daqui que não conseguiram segurar suas crianças, que elas foram arrastadas. Muita gente está chorando”, acrescentou.

Segundo Hardimansyah, 80 por cento das casas foram danificadas na região, e há o risco de falta de alimentos.

Um barco de turismo com oito a dez australianos perdeu contato por rádio depois do terremoto, segundo autoridades da Austrália.

O resort Macaronis, frequentado por surfistas na ilha de Pagai do Norte, também sofreu grandes danos. Em nota, a empresa World Surfaris disse que o resort “experimentou um grau de devastação que o tornou inoperável”.

Via Facebook, um surfista no local relatou que todos os chalés foram “varridos” pelo tsunami. No site Surfaid, um funcionário dessa organização de ajuda a surfistas disse que ondas de três metros atingiram o hotel, e que barcos explodiram após se chocarem uns contra os outros.

Esse funcionário, chamado Tom Plummer, afirmou que os ocupantes de uma embarcação foram atirados na selva e levaram mais de uma hora para encontrar o caminho de volta à praia. “Havia muitos destroços boiando na água, inclusive banquetas de bar e outras peças do mobiliário do Macaronis Resort”, relatou ele.

Hendri Dori Satoko, chefe do governo regional na área afetada, afirmou à Metro TV que alguns dos 380 desaparecidos podem estar refugiados em áreas mais altas.

A polícia das ilhas Mentawai disse estar buscando os desaparecidos e montando postos de emergência.

“Estamos prevendo que as pessoas vão precisas de mantimentos e abrigo. A chuva está caindo muito forte, o vento está muito forte”, disse o policial Ronald, na delegacia da localidade de Sikakap.

Mudjiarto, chefe da unidade de reação a desastres do Ministério da Saúde, disse à Reuters que dois corpos foram encontrados perto da ilha Sipora, e que várias pessoas continuam desaparecidas.

Na ilha de Pagai do Sul, as ondas penetraram cerca de 600 metros pelos vilarejos; em Pagai do Norte, o mar chegou a cobrir os telhados, segundo o relato dele.

Em dezembro de 2004, um terremoto de magnitude superior a 9 na costa de Sumatra, a algumas centenas de quilômetros do local do tremor de segunda-feira, causou o pior tsunami já registrado, que matou mais de 226 mil pessoas na Ásia e África.

Reuters

25/10/2010 9:45

Vulcão entra em erupção e Indonésia retira população da área

A Indonésia vai remover mais de 11 mil pessoas de vilarejos próximos do vulcão Monte Merapi, nas imediações da cidade de Yogyakarta, na ilha de Java, após ter elevado nesta segunda-feira para o mais alto nível o alerta de risco de erupção, disseram autoridades.

“Vamos retirar 11.491 pessoas que vivem a uma distância de 10 quilômetros do pico. Vamos trabalhar em conjunto com os militares e a polícia para realizar a remoção”, disse o dirigente local Sri Purnomo, à rádio Elshinta.

As autoridades prepararam sete abrigos e planejavam remover a população da área nesta segunda-feira à tarde, segundo a emissora.

O órgão indonésio encarregado das medidas de mitigação de desastres geológicos e vulcânicos elevou ao mais alto nível o alerta nesta segunda-feira e recomendou a remoção das pessoas

Surono disse que o vulcão já havia liberado nos últimos dias duas vezes mais energia do que em erupções recentes.

“Não podemos prever quando ele vai entrar em erupção nem a intensidade que terá, mas tivemos de elevar o nível de risco com base em sua atividade, acrescentou.

Em 1994, 70 pessoas morreram em uma erupção do Monte Merapi. Em 1930, a lava do vulcão matou 1.300 pessoas.

Reuters

09/02/2010 10:22

Nos últimos sete dias, a temperatura média máxima em São Luís foi de 35º C

Início de fevereiro é, costumeiramente, apontado como período em que tem início o período chuvoso. “Costumeiramente”, apenas. Este ano, os índices de chuva em São Luís estão abaixo da média histórica, e há expectativa de que se mantenha assim até o início de março, o que propicia a ocorrência de “veranicos”, fenômeno caracterizado por vários dias sem chuva, com maior insolação e menos umidade (o que acarreta a sensação de abafamento).

Só nos últimos sete dias, a temperatura média máxima em São Luís foi de aproximados 35º C, havendo ainda datas especialmente calorentas, como o último domingo, com 37º C, e a sexta-feira anterior, com 36º C. A aferição da alta temperatura não é realizada apenas por termômetros: pessoas que trabalham sob constante insolação ou que vendam artigos que amenizem a sensação de calor estão entre as que percebem com maior intensidade a estranheza deste período chuvoso calorento.

Passaram-se já 28 anos desde que, ao redor da Praça Benedito Leite, José de Ribamar Cutrim, 52 anos, começou a dedicar seus dias a vigiar carros como “flanelinha”. Acostumado a seguir o ritmo das sombras ao longo do dia, a fim de proteger-se do sol, José de Ribamar não obstante não deixa de notar que o calor suportado por seu boné tem extrapolado o que é de rotina.

“A verdade é que, com o passar do tempo, a gente se acostuma a isso. A gente pula de uma sombra para a outra, passa um protetor solar, bebe água direto [em bebedouro dentro da Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas), logo ali perto]. Mas ultimamente está muito ruim. Pior que o calor mesmo é esse ‘abafado’”, comenta o autônomo.

Outro flanelinha que com ele divide a praça não lança mão, por exemplo, de um protetor solar para se proteger, recorrendo a algo mais natural. “Protetor? A única proteção que eu tenho é a do suor mesmo. Eu passo o dia lavando carro aqui no estacionamento rotativo. Quando termino de lavar um, tenho de pegar a água que sobrou e derramar sobre a minha cabeça.

Ou eu faço isso ou parece que vou ter um ‘troço’”, descreve Ribamar Alves Almeida, 40 anos. Impressão similar é de Jonathan Costa, 29 anos, que trabalha como engraxate em diversos locais do centro histórico. Embora exerça seu trabalho, aonde quer que vá, em uma banca protegida por largo guarda-sol, Jonathan garante haver momentos em que pouca diferença tal proteção faz. “Às vezes, parece que o guarda-sol faz é piorar as coisas. Como tem pouco vento, cada vez vai esquentando mais o ar aqui embaixo. É de quase passar mal”, afirma.

Refrescos
O calor, por outro lado, pode ser aferido pelas possibilidades que abre às pessoas que estejam dispostas a suportá-lo na rua. No Largo do Carmo, em trecho ao fim da Rua Osvaldo Cruz, há oito dias Olaíde Nogueira Pinto, 38 anos, optou por ali dispor um carrinho de água de coco, extraindo-a fresca do fruto ali mesmo. A escolha do momento para iniciar o pequeno negócio não poderia lhe ter sido melhor: com cada copo de água de coco a R$1, tem vendido uma média de 100 a 150 copos por dia. “Dá para notar que as pessoas procuram a água de coco por causa desse ‘calorzão’.

Fonte: O Imparcial Online