O PRDA, que está sendo alvo de debates nos estados que compõem a Amazônia Legal (Tocantins, Amapá, Mato Grosso, Roraima, Rondônia, Amazonas, Pará, Acre e parte do Maranhão), deve ser integrado aos planos plurianuais desses estados. A versão preliminar foi apresentada pelo coordenador-geral de Elaboração e Avaliação dos Planos de Desenvolvimento da Sudam, Adagenor Ribeiro.
“O Plano está sendo elaborado em consonância com a Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) e adotando as diretrizes para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Brasileira definidas no Plano Amazônia Sustentável (PAS), além de ser uma ação da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), em conjunto com o Ministério da Integração Nacional, órgãos e entidades federais presentes na Amazônia Legal e em articulação com os governos estaduais”, relatou.
Ele disse ainda que as propostas aprovadas nas audiências públicas serão incluídas nos Programas do PRDA vinculados aos setores ciência tecnologia e inovação, econegócios e serviços ambientais, educação, energia, exportação, logística e transportes, pecuária e agricultura, pesca e aqüicultura, recursos florestais, saneamento, saúde, e turismo.
Presente à audiência o secretário adjunto de Indústria e Comércio, José Clemente, salientou que o Maranhão passa por um momento econômico muito interessante. “Aliados aos empreendimentos que estão sendo instalados no Maranhão, o governo do Maranhão trabalha cada vez mais para que esses resultados sejam os mais auspiciosos possíveis”, declarou.
Para o secretário adjunto de Desenvolvimento Agrário, José Roberto Moreira Lopes, o encontro é uma oportunidade ímpar para que cada secretaria, cada setor interessado, possa fazer um relato de suas ações e, desta forma, unir esforços, energia para incrementar suas ações. “Na nossa área estamos desenvolvendo um trabalho em especial para incrementar a agricultura familiar e combater a pobreza no meio rural”.
O secretário de Estado de Minas e Energia, Israel Ferreira complementou que o momento é ímpar para se alavancar no desenvolvimento dos estados que compõem a Amazônia Legal de forma integrada e reduzindo as desigualdades regionais. Ele lembrou que a região ocupara 60% do território nacional.






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